Descrição
Os navios à vela estavam distribuÃdos em várias categorias, conforme o seu instrumento ou mastreação, que compreendia o número e o tamanho dos mastros, e consequentemente o número de velas, o que dependia do tamanho do navio e da sua utilização. Desde sempre os navios eram utilizados para o transporte de cargas, de passageiros, para passeio, havendo mesmo navios preparados para combate. Assim, também a sua tripulação, conforme a sua preparação, ocupava cargos na hierarquia náutica, foram estabelecidas regras, sendo das mais respeitadas e cumpridas, havendo punições muito severas para quem eventualmente as não respeitasse estritamente.
Apesar de ter havido um número bastante grande de navios à vela, nesta exposição são apresentados apenas 8, a saber: cúter, falucho, palhabote, iate, escuna, patacho e lugre, por serem os mais usados em Cabo Verde.
Quanto à sua origem, poderemos dizer que eram adquiridos na sua maioria na Europa, no Mediterrâneo e nos Estados Unidos da América, pertencentes a armadores privados cabo-verdianos.
A história trágico-marÃtima cabo-verdiana, a ser escrita, seria recheada de episódios fantásticos, aliás, como todas as aventuras de marinheiros de todas as paragens do mundo. MarÃtimos como Jukin d’nhô, Vicente Silva, são conhecidos de todos os que vivenciaram aqueles momentos, muitas vezes relatados com pormenores próprios da vida de marinhagem.
Com o andar do tempo e o acompanhar da evolução geral, foram chegando a Cabo Verde embarcações a motor que, paulatinamente, foram ocupando o lugar dos navios à vela, pela sua melhor comodidade, menor tempo de viagem, etc. Assim, alguns armadores foram adquirindo navios mistos, com vela e motor, outros totalmente motorizados e, enquanto foram desaparecendo os veleiros por afundamento ou envelhecimento, a sua substituição passou a ser feita por estas novas unidades.
A exposição Veleiros de Cabo Verde do Século XX manter-se-á no CCCV até ao dia 05 de novembro de 2021. As visitas estão abertas de segunda a sexta, das 10h às 17h. A entrada é livre.
Biografia
Jorge Octávio Soares Silva, nasceu a 17 de agosto de 1945 em Mindelo, São Vicente, Cabo Verde.
Quando estudante liceal, em Luanda colaborou na revista Tan-Tan de alunos.
É membro da AEC – Associação de Escritores Cabo-Verdianos, da SOCA – Sociedade Cabo-verdiana de Autores e da ACL – Academia Cabo-verdiana de Letras. Colaborou em vários Jornais e revistas, nomeadamente A Semana, Emigrasom, Arte e Letra, Pré-Textos, Echos do Paul.
Publicou um Conto Infantil “A FamÃlia do Chibiâ€, em 1995, um romance “Esquisito†em 2009 e uma coletânea de contos em 2013.
Apesar de ter havido um número bastante grande de navios à vela, nesta exposição são apresentados apenas 8, a saber: cúter, falucho, palhabote, iate, escuna, patacho e lugre, por serem os mais usados em Cabo Verde.
Quanto à sua origem, poderemos dizer que eram adquiridos na sua maioria na Europa, no Mediterrâneo e nos Estados Unidos da América, pertencentes a armadores privados cabo-verdianos.
A história trágico-marÃtima cabo-verdiana, a ser escrita, seria recheada de episódios fantásticos, aliás, como todas as aventuras de marinheiros de todas as paragens do mundo. MarÃtimos como Jukin d’nhô, Vicente Silva, são conhecidos de todos os que vivenciaram aqueles momentos, muitas vezes relatados com pormenores próprios da vida de marinhagem.
Com o andar do tempo e o acompanhar da evolução geral, foram chegando a Cabo Verde embarcações a motor que, paulatinamente, foram ocupando o lugar dos navios à vela, pela sua melhor comodidade, menor tempo de viagem, etc. Assim, alguns armadores foram adquirindo navios mistos, com vela e motor, outros totalmente motorizados e, enquanto foram desaparecendo os veleiros por afundamento ou envelhecimento, a sua substituição passou a ser feita por estas novas unidades.
A exposição Veleiros de Cabo Verde do Século XX manter-se-á no CCCV até ao dia 05 de novembro de 2021. As visitas estão abertas de segunda a sexta, das 10h às 17h. A entrada é livre.
Biografia
Jorge Octávio Soares Silva, nasceu a 17 de agosto de 1945 em Mindelo, São Vicente, Cabo Verde.
Quando estudante liceal, em Luanda colaborou na revista Tan-Tan de alunos.
É membro da AEC – Associação de Escritores Cabo-Verdianos, da SOCA – Sociedade Cabo-verdiana de Autores e da ACL – Academia Cabo-verdiana de Letras. Colaborou em vários Jornais e revistas, nomeadamente A Semana, Emigrasom, Arte e Letra, Pré-Textos, Echos do Paul.
Publicou um Conto Infantil “A FamÃlia do Chibiâ€, em 1995, um romance “Esquisito†em 2009 e uma coletânea de contos em 2013.

